Golpes com o “Curtir” do FacebookNos dias de hoje, com tantos crackers e hackers agindo na internet, todo cuidado é pouco, eles estão até nas redes sociais. Criminosos usam aplicativos do Facebook com apelo popular para sustentar um esquema de fraude que vende a empresas páginas com milhares de “curtidas”, de acordo com uma análise da Kaspersky Lab, empresa de segurança da internet. A fraude atinge usuários dos navegadores Chrome e Firefox. Por meio de aplicativos como “Mude a cor do seu perfil”, “Descubra quem visitou seu perfil” e “Aprenda tirar virus do face” os criminosos prometem a mudança na cor e a visualização de visitas no perfil desde que o internauta baixe uma extensão disponível para esses dois navegadores. Ao fazer o download e instalar a extensão, falsamente chamada de Adobe Flash Player, o usuário fica vulnerável sem perceber, permitindo que criminosos controlem seu perfil.

Golpes com o “Curtir” do FacebookNos dias de hoje, com tantos crackers e hackers agindo na internet, todo cuidado é pouco, eles estão até nas redes sociais. Criminosos usam aplicativos do Facebook com apelo popular para sustentar um esquema de fraude que vende a empresas páginas com milhares de “curtidas”, de acordo com uma análise da Kaspersky Lab, empresa de segurança da internet. A fraude atinge usuários dos navegadores Chrome e Firefox. Por meio de aplicativos como “Mude a cor do seu perfil”, “Descubra quem visitou seu perfil” e “Aprenda tirar virus do face” os criminosos prometem a mudança na cor e a visualização de visitas no perfil desde que o internauta baixe uma extensão disponível para esses dois navegadores. Ao fazer o download e instalar a extensão, falsamente chamada de Adobe Flash Player, o usuário fica vulnerável sem perceber, permitindo que criminosos controlem seu perfil.

No poder do perfil, o criminoso passa a clicar em “Curtir” em páginas que ele mesmo cria ou envia mensagens automáticas para os contatos das vítimas para que elas também instalem o aplicativo malicioso. A Kaspersky descobriu que criminosos criaram o site “PublicidadeOnLine.com” (já retirado do ar) em que eram vendidos pacotes de “Curtir”. Os possíveis clientes, segundo a Kapersky, poderiam ser empresas interessadas em promover seus perfis na rede social, ganhando vários fãs e assim tendo maior visibilidade na maior rede social do mundo. O pacote mais simples, que dava direito a 1.000 “Likes”, custava R$ 50,00, e o mais caro era vendido a R$ 3.990,00 e dava direito a 100.000 “Curtir”. Como uma extensão maliciosa estava hospedada na loja oficial do Chrome, o problema foi passado ao Google pela Kaspersky Lab e a extensão foi removida da loja, mas os golpistas continuam a criar extensões maliciosas e colocá-las na Chrome Web Store.Fonte: R7 – Tecnologia e Ciência

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